O Mais Bonito dos Outonos C.2


Oiii

Venho aqui com mais um capítulo dessa história que está tomando um grande espaço no meu coração e eu espero que esteja tomando no de vocês também <333

Obrigada de verdade pelos maravilhosos comentários no primeiro capítulo, nem acredito que bateu mil visualizações, isso me empolgou DEMAIS em já vir com outro capítulo fresquinho aqui para vocês <3

Espero que gostem do capítulo <3


As ações das crianças são baseadas em muitos comportamentos de crianças dessas mesmas idades que eu vejo no meu trabalho quase diariamente <3 E a da Ryujin é muito inspirada na minha própria prima de três anos <33


Até o próximo <3


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Capítulo 2-




Taehyung terminou de prender o cinto do carro na frente do corpo de Momo, vendo a menina lhe direcionar olhos curiosos.

— Pra onde a gente vai? — Ela perguntou baixinho, vendo a cadeirinha de Ryujin bem ao seu lado e Minseok na outra ponta do carro. Ryujin estava mastigando a cabeça de uma vaquinha de plástico, toda bem presa em sua cadeirinha.

Taehyung se lembrava de como a caçula chorava quando era posta naquela cadeirinha, porém hoje em dia a garota estava bem mais acostumada e confortável ali.

— A gente vai pra casa do tio Jin — Minseok falou com confiança, tendo certeza absoluta que era para aquele local que a família Kim iria naquele início gostosinho da tarde.

— Ah — Momo acreditou completamente — a gente vai comer doce — sorriu animada, sabendo que na casa do tio sempre tinha doce para eles comerem e por isso que ela gostava demais de ir para lá. Afinal, ela seguia as regras da casa de seu próprio pai de não comer doces ao longo da semana, mas estando na casa de outra pessoa, ela poderia...

— Nós não vamos para a casa do tio Jin — Taehyung os desapontou antes de checar que estava pegando tudo o que precisava, vendo a expressão toda desanimada surgir nos rostos dos gêmeos. Ryujin continuava mastigando a cabeça de sua vaquinha. — Nós vamos ao parque, o papai quer que vocês conheçam alguém.

— Quem? — Momo perguntou ainda curiosa.

— É a mamãe — Minseok voltou a responder, se fingindo de sabichão.

— A mamãe vocês já conhecem, — Taehyung comentou com um sorriso e então Ryujin soltou um gritinho repentino, sorrindo alto ao balançar os braços, voltando a morder a cabeça de sua vaquinha.

— Acho que a Ryujin tá animada — Minseok voltou a concluir sozinho e Taehyung somente sorriu para eles, fechando a porta do carro e dando a volta no veículo, entrando segundos depois, prendendo o cinto à frente do próprio corpo e ligando o motor.

Não demorou muito para pegar a estrada e então ligar o rádio, deixando que tocasse as músicas infantis que os mais novos ali tanto amavam cantar sem tom algum, apenas ficando animados ao balançar os braços e cantar cada verso com empolgação.

Depois de quase meia hora, Taehyung já estava estacionando o carro em uma das vagas próximas do parque. Saiu do veículo e começou a tirar os filhos de dentro do automóvel, um por um, mantendo-os bem perto enquanto pegava Ryujin no colo, ela toda vestida com um vestidinho simples e rosa.

Colocou a bolsa com os pertences dos filhos presa em seu corpo, e ajeitou Ryujin em seus braços, mantendo os olhos atentos aos dois gêmeos que já iam se afastando em pequenos passos, ansiosos para chegar ao parque logo para poderem brincar com tudo que havia lá.

— Esperem aí, — Taehyung falou alto, checando se não tinha esquecido nada dentro do carro, ou até mesmo em casa, aquelas dúvidas eram sempre presentes em sua cabeça, sempre achava que estava esquecendo-se de algo importante. Ryujin começou a mexer em seu queixo, espertinha e doce demais, como se quisesse lhe passar tranquilidade de que estava tudo bem.

Sorriu para ela, enrugando todo o rosto para fazer um bichinho que acabou fazendo com que Ryujin fizesse a mesma careta e depois voltasse a rir.

— Ou, vocês dois! Não é pra se afastarem de mim, não! Hey, voltem aqui — fechou o carro e o trancou, já quase correndo para alcançar as duas crianças que vibravam animadas.

Os gêmeos estavam vestidos com blusinhas de manga azul e vermelha, e shortinhos simples, vermelho e azul, os dos invertidos porque Momo gostava do short azul e queria usar o short azul, e Minseok não queria ficar todo de azul porque não gostava dos smurfs.

Era sempre uma guerra na hora de vesti-los.

— Se vocês não se comportarem, nós vamos embora, hein! Não é pra sair correndo e nem se afastar de mim! Não falem com nenhum estranho e nem peguem nada que eles te derem! — Foi dando as instruções rapidamente, usando a mão esquerda para segurar as duas mãozinhas dos gêmeos já que seu braço direito estava segurando Ryujin.

Atravessaram a rua.

— E se vocês brigarem vão ficar de castigo — olhou para os dois — e nada de jogar terra um no outro, o amaciante lá de casa acabou e eu odeio lavar as roupas cheia de terra de vocês.

— Amaciante? — Minseok perguntou confuso.

— É, é o que deixa a roupa de vocês limpa e cheirosa! Então fiquem limpinhos, hein!

— Mamãe disse que roupa de rua já é suja — Momo rebateu formando um biquinho, louca para se sujar e tentar convencer seu pai a deixá-la fazer isso — em a gente vai ter que colocar lá no cesto sujo, né? — Perguntou docemente.

— Sim, vão ter que colocar lá.

— Então podemos nos sujar — vibrou animada, começando a correr junto com Minseok em direção ao escorregador.

Os dois iam de mãos dadas, era tão fofo que Taehyung nem brigava.

O homem continuou caminhando enquanto segurava Ryujin no colo, sentando-se em um dos bancos mais próximo do escorregador — brinquedo que Momo e Minseok mais gostavam de brincar.

Acomodou-se ali, e manteve Ryujin sentadinha em suas pernas, continuando a brincar com o brinquedo, olhando tudo ao seu redor para ver o que lhe chamaria a atenção e pediria ao seu pai.

Taehyung manteve seus olhos em Momo já escorregando, um sorriso imenso nascendo nos lábios da menina enquanto ela já corria para subir as escadas de novo. Minseok quem escorregava agora, levantando os dois braços para aproveitar mais a brincadeira.

— Papai quer — Ryujin apontou para um dos balanços.

— É grande pra você, amor — comentou baixinho, passando uma mão nos cabelos escuros dela — você pode se machucar.

E então ela começou a chorar, largando um pouco a vaquinha que estava mordendo somente para abrir aquele berreiro exagerado.

— Para de chorar, vai ficar igual criança mimada? — Perguntou olhando para o rostinho dela todo vermelho, as lágrimas que sempre surgiam com facilidade iam escorrendo com abundância. — Você não pode!

Ryujin estava em uma fase mais chata. Estava naquela fase mais egoísta e que queria receber tudo o que pedia, seja a comida dos irmãos, os brinquedos, roupas dos irmãos, queria fazer o que eles faziam, queria pegar o que ganhavam… E a cada não que recebia, parecia o fim do mundo.

Taehyung estava lutando para tentar mudar aquelas coisas, não havia passado por aquilo com os gêmeos, mas também suspeitava que fosse porque os dois eram bem grudados, sempre dividindo tudo, sem egoísmo ou chilique algum.

— Não, não adianta ficar chorando assim!

Ryujin aumentou o bico, jogando a vaquinha no chão, começando a amolecer o próprio corpo, como se estivesse sofrendo, e quem passasse poderia sim pensar que o Kim tinha feito algo de muito ruim para a menina.

— Jogou a vaquinha do chão de pirraça, é? Não vou pegar também — falou mais duro, vendo Ryujin praticamente morrer em seus braços, um choro sofrido enquanto seu corpo amolecia mais, as lágrimas não parando de cair.

Ela começou a balançar as perninhas, chorando toda sofrida.

Taehyung aguentou aquilo por mais dois minutos, vendo a menina apontar e mexer as mãos em direção ao balanço, puxando a roupa do pai para que ele a levasse até lá.

— Aish, você está terrível, Ryujin, tá bom, tá bom, vamos lá logo — bufou irritado, levantando-se e vendo a menina se ajustar rapidamente em seus braços, as lágrimas praticamente evaporando de seus olhos.

— O senhor vai ceder a ela assim? — A voz de Jeongguk surgiu do nada, fazendo Taehyung pular de surpresa ao ver o garoto bem ao seu lado.

O rapaz de vinte e um anos estava com uma calça jeans clara um pouquinho folgada, uma blusa de manga azul clara e suéter sem mangas em tons pastéis… Nos pés estavam o mesmo tênis all star.

— Ah, oi! — Taehyung cumprimentou baixinho, curvando-se um pouco e já vendo Jeongguk fazer o mesmo. Ryujin ficou somente imóvel, encarando o rosto do estranho com curiosidade. — O que você disse mesmo?

— Oi, senhor — abriu um pequeno sorrisinho — eu perguntei se o senhor já iria ceder a ela?

Taehyung olhou para a menina e depois para Jeongguk, olhou para a menina novamente e então mirou os olhos no balanço.

— Ah, é porque ela não para de chorar — justificou-se.

Jeongguk balançou a cabeça positivamente entendendo a situação, tinha chegado ao parque no exato momento em que Taehyung tinha acabado de se sentar e logo o choro de Ryujin começou, e então o garoto ficou ficou parado, observando para ver o que o Kim faria.

— O senhor me permite? — Perguntou estendendo as duas mãos em direção a menina.

Taehyung gelou no mesmo segundo.

Dar sua filha assim… Tudo bem que Jeongguk não iria fugir com ela, se ele somente tentasse correr o próprio Kim correria atrás e lhe daria uma boa surra. Mas mesmo assim, não confiava tanto assim.

— Pode confiar em mim, senhor, é até mesmo uma coisa que você pode fazer quando eu não estiver — mostrou outro pequeno sorriso doce e então se aproximou um pouquinho mais, sorrindo para Ryujin também.

Taehyung entregou sua filha caçula para ele, vendo-o colocar a menina no chão no mesmo segundo, segurando apenas a mão dela antes de se abaixar para ficar na altura dela.

— Oi Ryujin, meu nome é tio Jeongguk — mostrou um pequeno sorriso e então apontou para o balanço — você quer ir lá? Quer que o tio te leve?

Taehyung fez uma expressão de chocado. Como raios Jeongguk lhe julgava com aquele olharzinho redondo por ele ter cedido a vontade de sua filha, se agora estava fazendo a mesma coisa?

— Quero papai — Ryujin apontou, dando alguns passinhos até seu próprio pai, olhando insegura para ele.

— O papai deixa eu te levar, né? — Olhou para Taehyung e o próprio Kim ficou desconcertado com os dois olhando-lhe daquele jeito.

— O papai deixa sim, Ryujin, vai lá com o tio Jeongguk, você pode — sorriu para a menina que levou a mão livre para a própria boca, ainda olhando toda incerta para o cara estranho.

— Vamos, — Jeongguk se colocou de pé e então foi caminhando junto com Ryujin até o balanço — sabe, senhor Taehyung, nessa idade as capacidades motoras das crianças estão bem desenvolvidas e precisam ser bem estimuladas. Ryujin tem dois anos, certo? — Virou-se rapidamente para Taehyung, vendo-o balançar a cabeça positivamente. — Então, elas já sabem correr, sabem andar na ponta dos pés, de costas… É bom se estimular que ela ande, mas com cuidado, claro.

Parou em frente ao balanço e se abaixou na frente de Ryujin novamente.

— Pode subir, Ryujin — Jeongguk sorriu para ela de novo, movendo as mãos discretamente para indicar que Taehyung se afastasse um pouco.

Ryujin colocou os dois bracinhos em cima do balanço e então fez força para tentar subir, mas o objeto ia para frente, não dando apoio a menina que fez força, e então desistiu, formando um biquinho ao encarar Jeongguk.

— Ajuda — pediu baixinho.

— Tio Jeongguk não consegue — segurou a cinturinha dela e fingiu fazer força para a levantar — tio Jeongguk é fraco, — fingiu fazer força outra vez — não consigo, você não consegue subir?

Ryujin, ainda com biquinho, fez que não com a cabeça, já ameaçando derramar lágrimas.

— Tenta mais um pouquinho, vai — orientou, e ela tentou, tentou e tentou, usando toda a sua força para subir no balanço que ia cada vez mais para a frente, sendo difícil para ela apoiar suas perninhas ali. — Poxa, — Jeongguk fez carinha de triste para a menina que também o olhou triste — acho que é muito grande pra você, — viu os olhos alheios ficarem cheios de lágrimas — mas você quer procurar comigo um outro brinquedo? Aí a gente pode ir! — Perguntou mais animado e Ryujin balançou a cabeça positivamente.

Jeongguk se levantou e segurou a mãozinha dela novamente, caminhando para outro brinquedo que poderia ser adequado para a idade dela.

— Ih, olha ali, tem um passarinho — Jeongguk apontou rapidamente vendo a menina arregalar os olhos e começar a correr até o animal parado próximo de uma gangorra — vamos, vamos lá.

Taehyung ficou apenas observando, sem nada para conseguir dizer depois de ver a genialidade de como Jeongguk lidou com a situação… Fez Ryujin pensar que estava tendo o que queria, quando na verdade estava sendo ensinada que o brinquedo não era pra ela.

— Papai, papai, papai — Momo veio gritando a todo pulmão — tem um estranho com a Ryujin, papai, papai, papai — estava toda desesperada, segurando até a mão de Minseok como se fosse protegê-lo daquele mesmo estranho.

— Ele não é estranho, Momo — comentou suavemente, se abaixando na altura da menina — ele é quem eu queria que vocês conhecessem — apontou para Ryujin assim que puxou a filha mais velha para mais perto — ele vai cuidar de vocês… Veio aqui pra conhecer vocês…

Minseok e Momo abriram suas bocas no mesmo segundo, arregalando seus olhinhos, surpresos com a informação nova.

— Você vai embora, papai? — Momo perguntou preocupada, virando seu rosto para ele — vai com a mamãe?

Taehyung sorriu triste para eles dois, puxando os dois para que ficassem junto dos seus braços.

— Não vou embora jamais, meu amor… Mas o papai tem que trabalhar muitas vezes e eu acho que tio Jeongguk vai ficar cuidando de vocês…

— O tio Jin foi embora então? — Minseok quem perguntou.

— Não, o tio Jin também trabalha.

As crianças ficaram com carinhas confusas.

— Mas esse tio Jeongguk é quem?

— Bom, vocês podem perguntar isso pra ele, não preferem? — Perguntou ao invés de dar toda a informação, afinal, Jeongguk tinha dito preferir que ele próprio informasse para as crianças quem ele era, e conquistar sozinho a confiança delas, e o Kim não queria atrapalhar.

— Tá bom — os dois sorriram rapidamente e foram correndo até o rapaz que tinha sua irmãzinha bem próxima, apontando agora para algumas flores próxima de outro banco do parque.

Taehyung viu de longe os dois se aproximando e Jeongguk sorrindo para eles, já fazendo eles rirem por alguma coisa dita.

Ficou encarando-os por mais alguns minutos antes de ir até o banco onde estava anteriormente com a bolsa onde havia todos os pertences de seus filhos.

Pegou a vaquinha que ainda estava no chão, e passou a mão por ela antes de pegar um dos lenços umedecidos e começar a limpar o brinquedo sabendo que Ryujin logo iria colocar a boca de novo.

A guardou e olhou novamente para seus filhos, os gêmeos estavam na gangorra, subindo e descendo, e a cada vez que um descia, Ryujin corria para tentar pegá-lo, rindo animada por estar brincando ali, Jeongguk também fingia tentar pegá-los, sendo todo lento para não conseguir nunca chegar a tempo.

Pegou o próprio celular e já abriu em uma conversa com seu irmão mais novo.


[Você]

Jin?

Acho que vou contratar esse Jeongguk…

Ele parece ser bom, mas ainda não sei

Parece ser muito cedo ainda pra eu decidir isso

Tem pouco tempo que ele está com as crianças, mas já conseguiu lidar com a Ryujin e fazer os gêmeos brincarem com ele.


A resposta veio quase imediatamente.


[Seokjin Irmão]

Oh…

Ele é bom então.

Lidar com a Ryujin anda sendo difícil…

[Você]

Eu sei disso, por isso estou surpreso.

Ele não a pegou no colo nenhuma vez, só a está fazendo andar, conseguiu fazer ela desistir de algo

Conseguiu mudar a atenção dela

E agora está ali, até a Momo não parece desconfiar dele


[Seokjin Irmão]

Mas fica sondando ele aí por mais um tempo

Qualquer coisa leva eles pra uma lanchonete e vê como ele age e tal


[Você]

É uma boa, mas não queria eles comendo essas porcarias de fast food de novo essa semana


[Seokjin Irmão]

Vai em uma pizzaria então, ué

Tem um tempo mesmo que eles não comem pizza

E depois, diz que vai levar as crianças ao banheiro e pergunta a eles o que eles estão achando

Se o Jeongguk fez ou falou algo estranho

Aproveita que o garoto já ta aí, porque se tiver feito, você já dá uma surra


[Você]

Já planejava perguntar a eles mesmo sobre isso

Mas é melhor perguntar para eles juntos, vão ficar menos acanhados


[Seokjin Irmão]

Isso!

E fica de olho aí, tenta aprender com ele pelo menos como lidar com a Ryujin e me ensina depois.


[Você]

Eu não!

Você que é padrinho dela que aprenda sozinho!


[Seokjin Irmão]

Afz…


Não respondeu mais, bloqueou o celular, pegou a bolsa com as coisas deles e deixou-a atravessada em seu corpo, caminhando até onde as crianças brincavam perto de uma parede de rede em que Momo e Minseok já estavam escalando e Ryujin fazia manha querendo subir também.

Jeongguk usou o mesmo truque de deixá-la tentar sozinha, falhar, fingir que não tinha como ajudar e então mostrar outra coisa pra idade dela como opção.


[...]


Taehyung se abaixou em frente aos três filhos quando os levou ao banheiro da pizzaria para que eles lavassem as mãos.

— E então? Estão gostando do tio Jeongguk? — Perguntou baixinho, rouco, pegando algumas folhas de papel para secar as mãos pequenas de Minseok, direcionando seu olhar para as duas meninas ao seu lado.

Ryujin balançou a cabeça positivamente colocando a língua para fora, rindo logo depois. Momo e Minseok também balançaram a cabeça.

— Ele é legal — Momo comentou animada — ele sabe toooodas as princesas — informou movendo as mãos antes que Taehyung as pegasse para secar

— É? Nossa, é muita princesa — Taehyung continuou insistindo no assunto para que os filhos falassem mais, vendo caso um deles falasse algo de errado que Jeongguk tinha feito sem que eles próprios tivessem percebido.

— É, ele gosta da Ariel, papai — falou o nome estrangeiro de forma levemente garranchada, mas sorriu animada.

— E ele gosta do Mickey e da Mônica — Minseok também comentou animado.

— Mas ele gosta mais das princesas — Momo rebateu como se fosse ponto para ela caso Jeongguk realmente gostasse mais daquela princesa.

— Ele disse que tem blusa do Mickey — Minseok caiu na pilha, mostrando a língua para a irmã.

— Mas ele gosta mais das princesas — também mostrou a língua, colocando as mãozinhas na própria cintura.

— Tá, chega, chega — interviu baixinho, fazendo os dois se calarem — sem brigas, se não vou pedir pro Jeongguk ir embora, hein!

E então a carinha de tristeza deles denunciou para Taehyung que seus filhos realmente estavam gostando da presença de Jeongguk, e isso somente incentivou o Kim a voltar com eles para a mesa, já vendo a bonita pizza de calabresa ali, pronta para que todos começassem a comer, e Jeongguk com um sorriso adorável.

Minseok sentou-se ao lado de Jeongguk, Momo sentou-se ao lado do irmão gêmeo e Ryujin ficou no colo do pai, de frente para Jeongguk que só então começou a distribuir os pedaços de pizza.

Ele já tinha perguntado se todos gostavam daquele sabor, recebendo apenas a notícia de que Momo não comia a linguiça e Minseok não comia a cebola, e por esse motivo um ficava colocando as coisas que não gostavam no prato um do outro, rindo como cúmplices de uma artimanha surreal.

Era adorável a imagem.

Isso até eles brigarem para ver quem colocaria ketchup primeiro, recebessem uma advertência do próprio pai e então fizessem biquinho.

Taehyung ia tirando lascas da pizza e dando para Ryujin, sem linguiça e sem cebola, apenas queijo e massa porque ainda achava a filha muito pequena para comer aqueles tipos de alimentos.

E também, exatamente por aquele motivo, minutos depois chegou uma pizza brotinho somente com um pouquinho de queijo e frango desfiado.

Taehyung olhou confuso porque não havia feito aquele pedido.

— Ah, tomei a liberdade de pedir isso para ela — Jeongguk apontou com um sorriso, pegando o cardápio e mostrando a opção “kids” para o Kim — tem como os pais montarem o sabor da brotinho para crianças que às vezes podem ser alérgicas a algo ou somente não podem comer algum tipo de alimento… Tem até mesmo a opção de massa com farinha de aveia, mas acho que Ryujin não iria gostar.

Sorriu para a menina que tinha um dos dedos sujos de queijo na boca, começando a cortar alguns pedacinhos e começar a colocar no prato da menina.

— Pedi frango porque acredito que dê pra alimentar mais ela — informou ainda mantendo um sorriso bonito, voltando a tirar mais pedaços da pizza para colocar nos pratos de Momo e Minseok.

Taehyung achou aquilo incrível, aquela atenção dada em detalhes pequenos e sempre sutis, Jeongguk agia de forma natural, como se aquele fosse o cotidiano dele.

Todos continuaram a comer normalmente. Alguns pedaços Taehyung deixava Ryujin comer sozinha, usando um garfo de plástico adequado para a idade dela, e alguns pedaços ele simplesmente a dava na boca.

Terminaram de comer e conversar ali quando o sol já estava indo embora, Taehyung fez questão de pagar toda a conta e os cinco saíram do estabelecimento com sorrisos no rosto.

Estavam leves, e com a barriga cheia.

Momo e Minseok não paravam de fazer perguntas a Jeongguk, ele era alguém novo e os dois estavam muito curiosos sobre tudo, ainda mais porque o garoto estava dando bastante atenção a eles. Ryujin estava mais quietinha, continuava mordendo a cabeça de sua vaquinha enquanto seus olhos iam se focando em diversas coisas que poderiam lhe chamar atenção ao redor de onde estavam.

O vento da noite e do outono que se aproximava mais e mais soprava, balançando a roupa dos cinco, trazendo aquele cheirinho que indicava que em breve as folhas iriam cair, em breve tudo ficaria laranja, o sol não seria tão forte e a chuva ia aparecer mais vezes, de forma quase sutil em alguns momentos, só para molhar o solo.

A estação de mais melancolia ia surgir e Taehyung estava ansioso pela chegada dela, gostava bastante do outono.

Foram caminhando até o carro de Taehyung, e logo o Kim colocou os filhos dentro do veículos, oferecendo uma carona a Jeongguk, que aceitou com sinais de timidez.

Momo e Minseok nem demoraram para apagar no banco de trás, bem presos ao cinto de segurança, Ryujin estava sonolenta também, mordendo preguiçosamente a cabeça de sua vaquinha, os olhos pesados. Os dentes dela estavam bem crescidinhos, e por isso a menina queria testá-los em todo lugar.

— E então senhor? — Foi Jeongguk quem cortou o pequeno silêncio que se instalou entre eles logo depois do garoto ter dado o nome da rua de onde morava. — O que achou?

— Ficou bem claro que eles gostaram de você… — Taehyung comentou sério, sem tirar os olhos da rua, não querendo demonstrar que havia gostado bastante da forma como Jeongguk soube lidar com cada coisinha daquele dia.

Cada choro, birra, discussão entre os gêmeos, impasses sobre brincadeiras, sobre como soube conversar com eles de forma verdadeira sobre o que gostavam… Taehyung nem mesmo se lembrava que a princesa favorita de Momo era a do Aladdin… Só se lembrou porque a ouviu falando empolgada com Jeongguk sobre querer ter um tigre ou um gato pra ser igual a ela.

— Eu fico bastante feliz com isso, também gostei bastante deles três — comentou sorridente, ajeitando-se um pouquinho em cima do banco, os olhos escuros e redondos também focados na estrada. — Achei que fossem dar mais trabalho, sendo sincero, serem gêmeos e com idade próxima a caçula, me fez esperar situações mais conflitantes, mas eles se dão muito bem, verdadeiros anjinhos.

Taehyung soltou o ar pelo nariz.

— Run, isso porque você ainda não os viu na hora de tomar banho…

Jeongguk soltou uma risadinha.

— Imagino que seja trabalhoso — deu mais um sorriso e então calou-se por alguns segundos, mordendo os lábios momentaneamente antes de virar seu rosto para encarar a fisionomia de Taehyung, a curva da mandíbula dele, os fios de cabelo bem cuidados em um tom de mel bem diferente e belo… — Mas e sobre o meu trabalho? O senhor tem interesse em me contratar?

Taehyung também virou seu rosto para ele.

— Não precisa me dar uma resposta agora — Jeongguk falou rapidamente, colocando uma pequena mecha de cabelo loiro atrás da orelha — pode dar até amanhã a noite, é que caso o senhor não queira, prefiro que já diga logo porque tenho outros clientes na lista de espera — as bochechas cheias ficaram levemente rubras — eu dei certa prioridade ao senhor porque pelo o que falaram parecia um caso de certa urgência e ajuda, — comentou mais baixinho e foi a vez de Taehyung ficar com as bochechas amorenadas bem rubras.

Com certeza iria matar o Namjoon.

— Então o quanto antes eu já gostaria de uma resposta.

Taehyung ficou pensativo… Havia lista de espera? Realmente as pessoas estavam esperando que Jeongguk fosse até elas para ter uma babá? Quão bem falado aquele garoto deveria ser?

— Tudo bem — respondeu por fim — acho que vou sim querer te contratar.

Os olhos já redondinhos de Jeongguk ficaram grandes, arregalados de surpresa.

— Sério?

— Sim, algum problema? — Perguntou levantando a sobrancelha, mirando no rosto jovem do garoto ao seu lado que apenas balançou levemente as duas mãos.

— Não, não senhor, muito pelo contrário! — Soltou uma risadinha — é que eu esperava que fosse querer pelo menos até amanhã para pensar.

— Não acho que seja necessário, gostei de como trabalhou hoje… Amanhã eu devo trabalhar em casa, já tinha negociado isso com meu chefe, mas você pode aparecer por lá às dez da manhã já se quiser — virou a rua — quando for onze eu tenho uma reunião online, então ia pedir para meu irmão ficar com as crianças, mas se você já puder ir, seria ótimo, bom que eu aproveito a tarde para passar no supermercado e comprar coisas que estamos precisando…

— Está ótimo para mim, senhor.

— Perfeito, amanhã então eu passo os horários diários mais certos para você e já vemos o valor que posso depositar… — Foi falando rouco, sentindo certo alívio por saber que não iria perturbar o próprio irmão com mais um pedido e que, se tudo desse certo, iria conseguir resolver coisas pendentes que ainda tinha que fazer.

— Tudo ótimo, senhor Kim — mostrou um pequeno sorriso — ah, minha casa é logo aquela ali — apontou para uma casinha simples. Paredes brancas, um andar, sem um quintal aparente por trás. Um bairro realmente mais simples que o de Taehyung. — Obrigado pela carona — já foi tirando o cinto de segurança — ah, me passe o seu endereço, por favor.

O carro foi estacionado.

Taehyung falou calmamente o endereço correto de onde morava e Jeongguk foi anotando com atenção.

— Obrigado mais uma vez, senhor Taehyung, espero vê-lo amanhã — sorriu e abriu a porta do carro — e obrigado novamente pela carona — curvou-se um pouco e fechou a porta, caminhando em direção à própria casa.

Taehyung o viu entrar na própria casa sem saber o porque, apenas viu o corpo dele sumiu dentro da própria residência e então manobrou o carro, rumando em direção a própria casa, já se preparando mentalmente para luta que seria acordar os filhos e dar banho neles com tamanha preguiça evidente vinda deles.


[...]


— RYUJIN VEM AQUI AGORA! — Gritou irritado, passando a mão nos fios de cabelo escuro de Momo que chorava alto, sem parar por conta da irmã mais nova que jogou o pote de iogurte em cima do vestido azul que a outra usava.

Minseok até riu, mas depois parou quando seu pai brigou.

Ryujin saiu correndo por saber que tinha aprontado, deixando Momo chorando para trás, para que Taehyung lidasse com aquilo.

— Calma, meu amor, isso sai — tentou acalmar a menina que derramava mais lágrimas que tudo — o papai vai limpar seu vestido, você vai ficar limpinha.

Ela começou a fazer beicinho, lhe dando ouvidos.

— Mas o amaciante não acabou papai? — Minseok perguntou tombando a cabeça de lado, se lembrando do que o progenitor tinha lhe falado no dia anterior a respeito de não sujarem as roupas porque a coisa que as limpava tinha acabado.

Momo voltou a chorar alto, jogando a cabeça para trás, acabando por batê-la nas costas da cadeira, o que a fez gritar de dor e chorar ainda mais alto.

Taehyung estava desesperado.

Pegou a menina no colo rapidamente, nem se importando se ia se sujar de iogurte também.

Olhou para o relógio da sala. Eram nove e meia da manhã ainda… O dia nem tinha começado direito e já estava tudo um caos em sua casa.

Foi levando a menina para o banheiro, tirando o vestido dela e depois a calcinha, enchendo a banheira e a colocando ali dentro.

Jogou o vestido na pia, começando a molhá-lo também para que não manchasse.

Deus o livrasse caso aquele vestido ficasse manchado.

Passou sabonete no corpo dela inteiro, vendo-a parar de chorar aos pouquinhos.

— Olha, sua irmã não fez por mal — foi falando baixinho, ajoelhado em frente a banheira para ajudar a menina a se lavar — sua irmã é pequenininha, você sabe, ela faz muita coisa assim porque não sabe.

— Ela é burra — teimou fazendo biquinho, cheia de rancor.

— Não, não fala assim, Momo, ela não é burra — advertiu com melancolia na voz — sua irmã só é pequenininha… Você já é grande, meu amor, sabe que não pode jogar as coisas nos outros.

— Fala pra ela que não pode — continuou teimando, os olhos ainda com lágrimas presentes.

— Eu vou, o papai vai brigar com ela, mas você tem que entender que a Ryujin é pequena, e você não pode brigar com ela, ou tratar ela mal porque ela fez isso — foi ensinando com calma, fazendo um pouquinho de espuma somente para alegrar a menina — quando ela fizer algo que você sabe que não pode, você tem que falar “não pode” pra ela.

— Mas ela chora muito.

— É porque ela quer e está fazendo pirraça, ela é pequena e ainda está aprendendo… Você também chorava.

— Não chorava, não! — Rebateu com firmeza, voltando a manter o bico nos lábios.

— Chorava sim, meu amor.

— Momo não chorava! — Continuou rebatendo, cruzando os bracinhos.

— Chorava sim, chorava querendo ver televisão com o papai, chorava querendo comer bolo — foi aproximando seu rosto do dela, esfregando seu nariz na bochecha molhada e bem macia — chorava quando o papai não estava em casa.

Momo soltou uma gostosa gargalhada.

— Você chorava, e a Ryujin também chora, o Minseok também chora…

— O papai chora?

Taehyung a colocou de pé.

— Papai chora sim, amor.

A tirou da banheira, secando-a com a toalha.

— A mamãe chora, papai?

Taehyung sorriu para ela, passando a ponta da toalha em seu rostinho para secar cada gotinha ali.

— Chora sim, todo mundo chora, meu amor, só que a Ryujin chora mais porque é muito pequena ainda.

— E ela cai também — pontuou como se fosse uma crítica.

Taehyung soltou uma risada.

— Sim, ela cai, ela chora, e ela joga coisas nos outros porque ainda está aprendendo tuuuudo isso que você já sabe — explicou mais suavemente, vendo a expressão de entendimento ficar mais visível no rosto da filha. — Você tem que dizer que ela não pode.

— Eu falo!

— Eu sei amor, mas tem que mostrar pra ela também, tem que não fazer pra ela não fazer… Dar o exemplo.

— Porque sou maior?

— Isso — balançou a cabeça positivamente e vestiu a calcinha nela — porque você já é toda grandinha assim! — Levantou a mão e a colocou na altura da cabeça dela, mostrando que a altura dela já era bem grandinha, o que a fez sorrir.

A pegou no colo, saindo do banheiro e indo em direção ao quarto dos gêmeos, colocando Momo de pé em cima da cama que a pertencia antes de rumar para o guarda roupa deles, abrindo a parte dela para pegar uma nova peça de roupa.

Escolheu uma blusinha de manga amarela e uma calça de moletom escura.

Virou-se para a própria filha de novo e a viu ali, ainda de pé, somente com uma calcinha…

— E amor, como você é grandinha, papai quer te ensinar uma coisa — caminhou até ela e colocou as roupas do lado da menina, vendo os olhos atentos dela lhe mirando — o tio Jeongguk vai vir hoje, e o papai vai sair de tarde, mas agora o tio Jeongguk vai vir todo dia pra cuidar de vocês quando o papai for trabalhar.

— Só o tio Jeongguk? E o tio Jin?

— Tio Jin está muito ocupado, por isso o papai pediu pro tio Jeongguk cuidar de vocês… Vocês gostam do tio Jeongguk, não é?

Momo balançou a cabeça positivamente.

— Então, meu amor… E você sabe que o papai não deixa vocês fazerem muita coisa…

— Dormir tarde, comer doce, fazer xixi no chão-

— Isso, isso, então se o tio Jeongguk fizer essas coisas o que você faz?

— Ligo pro papai!

— E se o papai não atender?

— Falo pro papai assim que ele chegar!

Passou a mão no rostinho dela.

— Isso mesmo.

Sorriu largo pela esperteza da filha.

— Agora, quando você e seus irmãos estiverem aqui sozinhos com ele, a Ryujin pode fazer xixi né?

Momo balançou a cabeça positivamente.

— E quando ela fizer, e o tio Jeongguk for limpar ela, vai com ele assim como você vai algumas vezes comigo?

— Por que papai?

— Pra você ver se ele fizer alguma coisa diferente — explicou de forma tranquila, começando a vestir a blusa dela — se ele fizer, você não fala com ele, mas fala com o papai depois.

— Como um segredo? — Sorriu, travessa.

— Sim, como um segredo, aí você fala comigo… E também — a olhou nos olhos — você já sabe usar o banheiro direitinho, né? — Perguntou e a viu balançar a cabeça positivamente — então, — se afastou um pouquinho. — se ele tocar aqui — apontou para a calcinha dela — você me fala.

— Mas porque?

— Porque ele é adulto, amor, adulto não pode tocar aqui de criança — apontou de novo para a região íntima de Momo — você não deixa, e se ele tocar, você me fala.

— Porque adulto não pode?

— Porque é muito errado, só você pode tocar, amor, pra se limpar, né? — Perguntou tranquilo e vestiu a calça nela, vendo Momo continuar balançando a cabeça positivamente.

— Sim, eu me limpo papai — informou orgulhosa — o Minseok também se limpa!

— Então, adulto não pode tocar aqui, nunca!

Momo balançou a cabeça positivamente.

— Se ele tocar? — Perguntou levantando as sobrancelhas, esperando pela resposta dela.

— Eu não deixo e falo pro papai!

— Isso — abriu os braços e a menina pulou neles, lhe abraçando com toda a força que tinha — minha garota inteligente — começou a dar vários beijinhos na bochecha dela, arrancando risadas gostosas dela — não se esquece, vê se ele faz igual ao papai quando for limpar a fralda da Ryujin e não deixa ele tocar naquele lugar em você.

Saíram do quarto, rumando novamente para a sala onde Minseok estava ainda comendo seu café da manhã, o que sempre demorava um tempão, e Ryujin estava deitada no tapete da sala, balançando as perninhas como se nada tivesse acontecido.

Colocou Momo no chão, vendo a menina já ficar com um semblante sério para a irmã.

— Ryujin, vem aqui — a menina arregalou os olhos e até tentou correr para longe, mas Taehyung a pegou depressa, levando-a para perto de sua irmã mais velha — pede desculpa para sua irmã! Não pode jogar as coisas nela!

Ryujin começou a fazer bico, querendo chorar.

— Pede desculpa senão vai ficar sem brincar! Pede desculpa, Ryujin!

— Digupa...

— Tudo bem Ryujin, você ainda é pequena e não sabe nada das coisas, — passou a mão na cabeça da irmã que nem entendeu o que a outra quis dizer, e então Momo saiu em direção a mesa do café da manhã.

Taehyung colocou Ryujin no chão.

— Não pode jogar as coisas! — Brigou outra vez e então a deixou ir, voltando para seus brinquedos no tapete.

Taehyung começou a tentar arrumar tudo o mais depressa possível.

Ainda eram nove e cinquenta e cinco, tinha exatos cinco minutos para lavar a louça e tirar os restos de comida do chão e da mesa antes que Jeongguk chegasse.

A casa tinha que pelo menos estar apresentável.

Todavia, a campainha tocou, anunciando a provável chegada do garoto.

Taehyung somente abaixou a cabeça, derrotado, antes de ir atender.



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E é isso, espero que tenham gostado <3333

Até o próximo capítulo <3

Não se esqueçam de votar no coraçãozinho vermelho ali e deixar um comentário legal para incentivar <333


















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