Memórias Omitidas C.1

Oiiii


Já voltei com mais um capítulo cheirosinho para vocês, espero que gostem <3333

E muuuuuito obrigada por todas as visualizações, todos os votos e todos os comentários bem incríveis a respeito da fic, eu estou amando a teoria de vocês e devo dizer que algumas me surpreenderam MUITO!!!!

Espero que gostem <33333



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Jeongguk era empurrado com calma pela própria mãe, estava na cadeira de rodas, olhando sem muita expressão para o chão limpo do hospital.

Tinha acabado de fazer a ressonância, e agora estava voltando para o próprio quarto, esperando os resultados que o doutor Hoseok ia trazer para si depois de tantos exames que havia feito naquele fim de tarde.

Estava exausto e enjoado, mas desejava desesperadamente saber se estava tudo bem consigo.

Jeongguk também estava preocupado e ainda bastante envergonhado por tudo aquilo que estava acontecendo. Era tudo tão sufocante, saber que havia se esquecido de cinco anos da sua vida, cinco anos em que conheceu pessoas, em que se descobriu bissexual… Parecia tão absurdo.

Jamais teve qualquer interesse romântico por um cara. Jamais sentiu-se atraído por um. Era tão surreal e realmente inimaginável… Não conseguia aceitar aquilo, não conseguia e não queria aceitar que era casado com um homem, ainda mais um de que nem se lembrava, o que poderia indicar que não o amava realmente, não é?

Não se esqueceu de seus pais… Mas também se esqueceu dos outros estranhos que estavam ali cujo nome nem se lembrava direito. Não sabia dizer se aquilo significava que não gostava deles, às vezes poderiam ser pessoas ótimas, mas não era sua culpa se esquecer de todos eles.

Suspirou baixinho assim que viu a porta do próprio quarto se aproximando, pensando a respeito de tudo aquilo, agradecendo por sua mãe não estar puxando nenhum tipo de assunto consigo, lhe dando espaço e um pouco de tempo para poder pensar em todas aquelas questões pelo qual estava passando.

Pararam em frente à porta de correr e então a abriram, já dando passagem para a cadeira de rodas e passagem para que Jeongguk visse a imagem de Taehyung ali, sentado na poltrona creme que tinha perto da janela cercada de diversos buquês de flores.

Jeongguk já se encolheu um pouco por conta da presença do outro.

— Olá, Taehyung — sua mãe logo mostrou um sorriso para ele, falando toda doce, e aquilo estava causando certa irritação em Jeongguk.

Logo o rapaz se levantou, exalando preocupação ao ficar encarando Jeongguk.

— Ele está bem? O doutor já disse alguma coisa? — Perguntou se aproximando ainda mais dos dois, vendo a própria sogra aproximar a cadeira da cama, e tentar ajudar o filho a se levantar para se deitar.

Taehyung não deixou, se abaixou rapidamente, segurando as pernas de Jeongguk e seus braços, levantando-o com um pouco de dificuldade devido ao peso do rapaz, colocando-o sentado em cima da cama, mirando seus olhos com atenção, carinho demais, e Jeongguk não sabia como reagir aquilo…

— Ainda não, — Youngmi respondeu docemente — saímos de lá logo depois dos exames para que Jeongguk pudesse descansar mais, Hoseok continuou lá com outro médico neurocirurgião… — Soltou um pequeno suspiro — estavam conversando sobre qualquer lesão que ainda pode haver na cabeça de Jeongguk.

Taehyung respirou profundamente, jogando os fios de cabelo para trás, olhando para o rapaz que mais amava, porém que agora nem se lembrava de si.

Jeongguk engoliu em seco, ajeitando-se um pouco melhor na cama, jogando a manta por cima de suas pernas, observando as flores que estavam ali, quase todas eram camélias. As flores que Jeongguk achava mais bonitas.

— São suas preferidas — Taehyung falou rouco, atraindo a atenção de Jeongguk que o fitou levemente assustado, como se não esperasse que ele fosse responder o que estava em seus pensamentos. — Todos sabem, aquele buquê é o meu — apontou para um buquê absurdamente cheio, bonito, camélias rosas, brancas, vinho e roxas, uma mistura linda que Jeongguk já se viu encantado — elas eram sua marca.

Franziu o cenho.

— Minha marca? — Perguntou baixinho, desviando um pouco o olhar que trocava com o outro homem, ainda sentia-se levemente desconfortável com aquilo.

— Sim — foi até a poltrona, pegando uma bolsa confeccionada de pano e couro falso — você era um artista — mostrou a pequena lateral da bolsa que continha o símbolo de uma camélia bordada — suas peças de roupa, você era bem talentoso.

— Eu fazia roupa? — Perguntou confuso.

O que havia acontecido com a sua faculdade de administração?

— Você queria ser estilista, e tem muito talento — Taehyung mostrou um sorriso bonito — mas você também pintava, tocava violino junto com Seokjin na praça perto da fonte, até chegou a trabalhar como cabeleireiro no salão de beleza duas ruas depois do nosso prédio, você era voluntário em tantos abrigos, era envolvido com causas sociais e meu deus — soltou uma pequena risada — você estava já desesperado para se mudar para que a gente tivesse mil gatos.

Jeongguk seguia ouvindo, mas não se via naquela narrativa, era como estar escutando a história de uma pessoa totalmente diferente de quem era, uma pessoa que não poderia ser real. Não era nem de longe o estilo de vida que queria e imaginava para si mesmo.

— E você? O que faz? — Voltou a pergunta para o desconhecido bonito que mantinha um semblante bem cansado, porém com mais animação por estar falando aquelas coisas.

— Eu faço veterinária a noite, e por algumas horas durante o dia eu trabalho como mecânico na oficina que o Namjoon tem do lado do nosso prédio, sabe?

Jeongguk fez que não com a cabeça no mesmo segundo.

Taehyung se desanimou completamente.

— Eu só queria que você se lembrasse de todas essas coisas, da nossa vida — pediu baixinho, já começando a fungar ao olhar para baixo, o corpo fraco, a mente não suportando aquilo… Por tantos dias em que Jeongguk estava em coma, somente sussurrava para ele que quando enfim despertasse, ele o beijaria como nunca… E como iria fazer aquilo agora? Como iria tomar nos braços aquele que amava se Jeongguk nem se lembrava de sua existência?

Jeongguk começou a sentir o estômago doer, encolhendo-se mais em sua cama, desconfortável demais com a situação.

Para seu alívio, a porta do quarto foi aberta segundos depois, mostrando o doutor Hoseok entrando com alguns papéis em mãos.

— Olá, Jeongguk — mostrou um sorriso animado — bom, trago o que acredito serem boas notícias — informou sorridente, também olhando para Youngmi e Taehyung — não há lesões em seu cérebro, não há nada em seu peito que possa ser o causador dessa falta de ar, então estava certo na minha teoria de que o que você estava sentindo era somente nervosismo por todas as informações sendo jogadas até você já que não se lembra das coisas.

Balançou a cabeça positivamente.

— Todo o seu cérebro está bem, a recuperação foi a melhor possível, o que indica que essa perda de memória possa ser um efeito colateral do procedimento que tivemos que fazer para salvá-lo naquela noite, ou somente seu subconsciente se bloqueando e impedindo que você se lembre de algo traumático que possa ter ocorrido.

— Algo traumático? — Perguntou confuso.

— Sim, como por exemplo um acidente que ocorre depois de um assalto violento, seu cérebro projeta que você esqueça disso pelo seu próprio bem, mas — fez uma pequena pausa para formar uma careta duvidosa — nem sempre é viável e bom se esquecer das coisas.

— Mas Jeongguk não sofreu nada traumático, ele só sofreu um acidente — Taehyung pontuou rapidamente — tem chances então dele jamais se lembrar dessas coisas?

— Sim, foi um acidente — balançou a cabeça positivamente — e sim, há essas chances realmente, porém são baixas. Se foi somente o cérebro dele que bloqueou as memórias, basta incentivá-lo a desbloquear tudo, fazer com que viva onde morava, mantenha a rotina que tinha antes, coisas básicas que até mesmo vemos em alguns filmes — soltou uma pequena risada, e logo Youngmi se aproximou do filho, pegando a mão dele e a beijando ternamente.

— E quanto a ele andando? Ao coma, sabe — Taehyung perguntou preocupado, os olhos marejados mais uma vez.

— Bom, é recomendado que ele passe pelo menos mais duas noites aqui em observação já que o cérebro é algo sempre incerto e precisamos ficar de olho por mais um tempo. Amanhã vamos encaminhá-lo para uma sessão de fisioterapia e depois vamos manter essas sessões pelo menos duas ou três vezes por semana, vai depender do progresso que a médica responsável diagnosticar.

Jeongguk virou-se para a própria mãe rapidamente.

— Quero ir com vocês, não quero — engoliu em seco, sentindo os olhos de Taehyung caindo sobre si, mas tentou ignorar aquilo, não iria se submeter a ficar com alguém que não conhecia só para ter suas memórias de volta, queria ficar com seus pais, com quem já conhecia — não quero ficar nesse apartamento, quero ficar na nossa casa.

Youngmi respirou fundo, sabendo o quanto aquelas palavras estavam magoando Taehyung e o quanto as coisas que ela própria iria dizer naquele segundo, poderiam magoar Jeongguk.

Sentou-se na beirada da cama dele, o olhando nos olhos.

— Jeongguk, nós não moramos mais na mesma casa — informou com cautela, com medo do que ele poderia sentir ou como a informação poderia atingir a saúde dele. — Já tem três anos que eu e seu pai estamos morando no Japão.

Os olhos de Jeongguk triplicaram de tamanho e a falta de ar começou a se fazer presente.

— O que? — Perguntou confuso, chocado, desesperado. Olhou para Taehyung, para o médico, mas não encontrou respostas nos olhos deles — não! Como assim? Por que?

— Oh meu amor, calma, calma, respira — passou uma das mãos pelo rosto dele — eu e seu pai moramos lá agora, mas desde o seu acidente nós estamos ficando na casa de vocês, mas sabe, precisamos voltar, e não acho que você vá poder ir conosco — virou-se para o médico.

— Certamente não, viagens de avião estão suspensas por algumas semanas ainda para você — Hoseok pontuou o que já era esperado.

— Mas eu não quero ficar sozinho com esse cara, eu não o conheço, ele pode fazer algo comigo — começou a falar choroso, praticamente desesperado conforme ia derramando as lágrimas, não parando de balançar a cabeça negativamente.

— Eu jamais ia fazer algo contra você! — Taehyung falou sério, com um tom mais alto do que já havia usado anteriormente, era como se tivesse sido altamente ofendido — eu amo você, Jeongguk, você é meu marido!

— Mas eu não lembro de você! — Também falou um pouco mais alto — porque é que você não entende isso? Eu não me lembro, eu não gosto de homem! — As lágrimas iam caindo ainda mais — eu to com medo, me deixa em paz, eu quero ficar com a minha família! Eu não quero ser casado, eu não quero você, eu não me lembro de você então se esquece de mim, me deixa sofrer sozinho por ter perdido a droga de cinco anos da minha vida! — Seu tom ia ficando cada vez mais alto até o momento em que parou de falar, vendo como as lágrimas pesadas iam escorrendo pela bochecha amorenada de Taehyung.

Era como se ele tivesse acabado de receber uma enorme surra.

E Jeongguk se arrependeu do que disse no mesmo segundo.

Sabia que não precisava ser rude daquele jeito, somente não conseguiu evitar.

— Tudo bem… — Taehyung abaixou a cabeça por alguns segundos e então caminhou para fora do quarto, caminhou pelo corredor do hospital, caminhou por todo o prédio enquanto passava as mãos no rosto, limpando as lágrimas, tentando fazer com que seu pranto fosse baixo, que não chamasse atenção de ninguém.

Mas é claro que acabou chamando realmente.

— Taehyung? — A voz de Yoongi se fez presente na recepção do hospital — oh meu Deus, Taehyung — o rapaz de estatura menor que a sua logo praticamente correu para abraçar o amigo — como você está? O Jimin me ligou logo avisando que o Jeongguk tinha acordado, eu vim direto pra cá, até liguei pro Jin pra perguntar se ele queria vir, mas ele disse que estava ocupado e tentaria passar aqui assim que possível.

Taehyung observou os olhos ansiosos e cheios de expectativa de Yoongi e rapidamente caiu ainda mais no choro, abraçando o amigo com força, afundando seu rosto no pescoço dele.

— E-ele não se lembra de mim, n-não se lembra de nós, não se lembra de nada — começou a falar, choroso demais, chamando bastante atenção dos demais ali presentes.

— O que? — Perguntou chocado, começando a guiar o amigo para uma área mais reservada onde poderiam conversar melhor — como assim ele não se lembra de você? Ele te ama!

— E-eu não sei, o médico diz que o cérebro dele ta bloqueando as coisas, mas ele praticamente gritou na minha cara que não me quer, que não quer nada, que não é casado com um homem e-

Não aguentou, cobriu o rosto com as duas mãos ao se abaixar no chão, chorando dolorosamente, soluçando alto demais.

— Meu Deus — Yoongi se abaixou ao lado dele, passando a mão em suas costas — então ele ainda está naquela fase de se descobrir? Igual quando o conhecemos? — Perguntou dolorido também, lembrando-se até mesmo das coisinhas preconceituosas que Jeongguk falava, nas negações em que vivia antes de se aceitar completamente e passar a amar Taehyung, passar a fazer tudo o que ele gostava verdadeiramente de fazer, de executar em sua vida sem prisões.

— Aparentemente sim — levantou um pouco o rosto — ele está a cada segundo falando que não é casado com um homem, é mais chocante ser um homem do que ele estar casado.

— E a mãe dele?

— Está sendo maravilhosa como sempre, — fungou alto, passando a mão no rosto novamente — você sabe como a Youngmi é, ela tá tentando conversar com ele, explicar, mas todos esses choques de informação desestabilizam muito ele, ele fica nervoso, com falta de ar.

Yoongi sentou-se completamente no chão, com as pernas dobradas para cima, sendo abraçadas por seus braços magros cobertos pela jaqueta jeans.

— Acho melhor não ir lá ver ele então, — lamentou baixinho, — não sei, já que ele não se lembra, posso acabar irritando ele também.

— Não, claro que não — passou os dedos longos pelos olhos, se esforçando para mostrar um sorriso bonito, gentil — vai lá, qualquer coisa ou pessoa pode ativar as memórias dele, é melhor que vá sim, vai falar com ele, matar a saudade, afinal ele está vivo, é seu amigo, e ele está bem depois disso que aconteceu.

— Mas e você? — Perguntou preocupado — você vai ficar bem, Taehyung?

— Vou sim, vou ligar pra minha irmã, qualquer coisa eu vou dormir na casa dela uns dias enquanto o Jeongguk e os pais ficam na nossa casa — comentou mais amuado — eu não sei como lidar com essa situação — suspirou e também sentou-se com tudo no chão, não se preocupando com o que as pessoas poderiam pensar por vê-lo daquele jeito.

— Tudo bem então, Taehyung, mas não se preocupe, Jeongguk vai ficar bem, vai se lembrar de todos nós — mostrou um sorriso gengival e reconfortante e logo saiu dali, indo em direção ao quarto onde Jeongguk estava.

Taehyung continuou ali, parado, pensando em que rumo sua vida ia dar naquele momento.

Pegou o celular, já ligando para Sooyoung.


[...]


Jeongguk estava no carro cujo modelo não se lembrava de já ter estado antes, sentado no banco de trás do carro ao lado de Taehyung.

O clima estava muito estranho entre eles desde que falou aquelas coisas para ele dias atrás.

Taehyung estava sempre no hospital, sempre com a expressão abatida e sempre fazendo perguntas, pagando os tratamentos de Jeongguk, pegando as recomendações médicas, comprando remédios, estava agindo verdadeiramente como um marido preocupado enquanto que o próprio Jeongguk sentia seu corpo ser espremido pela culpa de como o havia tratado.

Mas o Kim não falava nada consigo que não fosse um “está melhor hoje” recebendo somente uma resposta monossilábica. Sua mãe não comentava nada, não forçava que os dois conversassem, mas também brigava com o filho quando dizia para não deixar que Taehyung pagasse as coisas.

“Ele é seu marido e tem lutado muito para manter a casa de vocês, os empregos e ainda pagar por todo o seu tratamento! O ajudamos, mas não obrigamos a aceitar nosso dinheiro goela abaixo, Taehyung te ama, é seu marido, e por isso faz isso!”

E aquilo foi como uma surra, o fazendo chorar por muitos minutos em cada banho.

A sensação era a pior possível.

Naquele momento, seu pai estava dirigindo o carro, sua mãe estava no banco da frente, e os dois rapazes estavam ali atrás, mudos um com o outro.

Jeongguk não havia tido conclusões ruins na fisioterapia. Suas pernas estavam fracas, mas bastavam algumas sessões que a recuperação seria ligeira, de acordo com a fisioterapeuta Soyeon.

Já tinham se passado alguns dias, e agora Jeongguk poderia voltar para casa, e iria para a casa que dividia com Taehyung antes do acidente que sofreu. Seus pais ficariam consigo pelos próximos três dias, e então já teriam que voltar para o Japão.

E quando esses três dias passassem, Taehyung — que até aquele momento iria ficar na casa da própria irmã, que Jeongguk nem se lembrava também — voltaria para casa dos dois.

Jeongguk estava bastante preocupado com aquilo, com aquele ponto da volta que Taehyung faria.

O carro estacionou na garagem do prédio simples, somente com dez andares, situado em uma rua simples, mas bem bonita. Havia um pequeno bar, cafeteria, lojinhas de roupa, doce, tinha algumas casas, outros prédios e a tal oficina que Taehyung havia mencionado trabalhar.

— Qual o andar do apartamento mesmo? — Perguntou baixinho enquanto caminhavam pela garagem com calma, acompanhando Jeongguk ainda na cadeira de rodas por conta da fraqueza em suas pernas.

— Moramos no nono andar — Taehyung explicou com calma.

Subiram no elevador, os quatro juntos, em silêncio, sua mãe pegando sua mão de segundos em segundos para lhe acariciar, passando certo conforto suave, e Jeongguk agradecia demais por isso.

As portas metálicas se abriram, e então caminharam pelo corredor até chegarem a porta com numeração “21.05”, Taehyung tirou a chave do bolso, começando a abrir a porta e acender a luz.

E então, fogos de confetes foram soltos e cerca de quinze pessoas apareceram bem diante dos olhos de um Jeongguk bem assustado.

Youngmi abriu um sorriso doce e animado.

— Ficou surpreso? — Perguntou doce, beijando a bochecha dele — eles acharam que seria uma boa ideia fazer essa comemoração por sua volta porque poderia despertar alguma coisa na sua cabeça, sobre as pessoas que você mais convivia — sua mãe falou toda animada, passando por si e indo cumprimentar os desconhecidos que estavam ali, incluindo até mesmo um casal de velhinhos sentados no sofá cinza bonito da sala.

Jeongguk estava visivelmente desconfortável, estava novamente cercado de estranhos.

Estava travado.

— Eu imaginei que não fosse uma ideia muito boa — Taehyung falou de repente assim que o senhor Jeon passou por eles para também cumprimentar as pessoas ali.

Jeongguk o olhou por alguns segundos, vendo-o ainda com o rosto abatido e triste, se afastando também para cumprimentar todos aqueles estranhos.

Jeongguk viu-se sozinho, mas seguiu em frente para saber os nomes daqueles que diziam ser seus amigos e conhecidos...



XXXXXXXXXXXX


Se chegaram até aqui, muuuuito obrigada <333

E então? Gostaram? Já tem novos suspeitos no radar de vocês?

Quero dar a pista que serão 10 suspeitos oficiais, realmente só 10 pessoas podem ter empurrado o Jeongguk daquela escada, e nesse capítulo surgiram mais nomes de possíveis suspeitos que façam parte desses 10...

Fiquem atentos...

Não se esqueçam de votar e deixar um comentário bem legal para incentivar a autora aqui :) <3

Até o próximo <3


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